ATELIER STOPP APRESENTA SEU NOVO TERAPEUTA NELSON CHITECO JUNIOR, ESPECIALIZADO EM ARTETERAPIA.

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Procurando Atender seus Clientes em mais tipos de Terapias, O Atelier Stopp nessa semana iniciou uma nova  parceria, com o  artererapeuta Nelson Chiteco Junior.

Sobre o Arteterapeuta Nelson Chiteco Junior.

Nelson Chiteco Junior, é ator, arte-educador e arteterapeuta conhecido também como Nelson Pellissari e  Nick, formado pela Unesp, é um dos diretores e arte educador do Grupo de Teatro Téspis de Campinas.

Nestes últimos anos teve contato com alunos de todas as idades, desde crianças até adultos, e com o apoio de suas ansiedades e incertezas da vida, contando com um pensamento crítico, liberdade de pensamento, consciência do corpo, criatividade, contato com as várias facetas da representação e a transformação que pode ser vivida pelo teatro. Então nós convidamos você para uma busca do auto conhecimento e co-criação  com a arteterapia.

Oque é Arteterapia?

Arteterapia

A Arteterapia é uma linguagem usada como uma ferramenta transformadora que utiliza da arte, para tornar visível ou consciente o que estava oculto, por vezes, quebrando barreiras, principalmente da verbalização, esta busca é, em algumas situações, o encontro com algo desconhecido onde surge o fazer artístico, assim realizando uma busca à conscientização para se conhecer melhor.

Dessa forma, a Arteterapia é um caminho muito utilizado na psicologia e psicoterapia, em hospitais e clínicas. Inicialmente, o uso da Arteterapia começou em pessoas com algum nível de insanidade, mas atualmente esta linguagem ganha muito âmbito em ateliês com um grande interesse das pessoas sem graus de insanidade, com uma busca para se conhecer melhor e para ampliar a percepção.

A Arteterapia é desenvolvida por meio do fazer artístico, podendo utilizar argila, escultura, colagem, pintura, expressão corporal, dança, teatro, música, ou seja, diversos recursos artísticos.

A metodologia utilizada é uma disciplina montada entre a ciência e a arte. Portanto, a Arteterapia está presa tanto nos discursos dos artistas quanto dos terapeutas. A arte do arteterapeuta deverá ter uma ciência do manejo tanto das habilidades técnicas como das habilidades expressivas. Desta forma, a experiência do cliente em sua produção artística é o que ele sentiu ou estava sentindo fazendo aquele objeto, o que significou para ele.

O autor Liomar Quinto de Andrade expõe claramente uma relação da arte e da psicologia que se iniciou no fim do século XIX. Informando que em 1876, Max Simon, que atuou como médico psiquiatra além de publicar algumas pesquisas sobre manifestações artísticas de doentes mentais fez uma classificação das patologias segundo essas produções artísticas..

Freud considerava a criação artística como produto de função psíquica, denominada sublimação. A psicanálise estabelece conexões entre a libido e o impulso criador, que para Freud seria resultantes de desejos sexuais e agressivos sublimados, pela canalização de parte da energia psíquica primária e instintiva.

Na década de 20, Jung também utilizou a arte como parte de tratamentos, essas são por ele consideradas simbolização do inconsciente individual, também estudando a criatividade como uma função psíquica, entendendo que a arte não era apenas fruto de sublimação de instintos sexuais e agressivos.

Segundo Liomar Quinto de Andrade, a primeira a sistematizar a arte terapia, foi Margaret Naumburg, em 1941, ela trabalhava com o uso de imagens que, no entendimento dela, eram antecessoras das palavras, isso pode ser compreendido como desenhar um sonho em vez de contá-lo. Em 1958, Edith Kramer, também trabalhava com a arte, mas não dava muito valor a esse trabalho e sim à interpretação do produto para a compreensão do meio, da linguagem plástica. Tendo em vista o que foi exposto anteriormente, podemos expressar que assim surgiu a Arte-terapia.

No Brasil, a Arte-terapia teve uma representação muito intensa, por volta de 1923, com Osório César, um estudante interno no Hospital Psiquiátrico do Juquerí, e em 1925 ele cria a Escola Livre de Artes Plásticas do Juquerí, em Franco da Rocha, São Paulo, onde realizou mais de 50 exposições para divulgar a expressão artística dos doentes mentais, Osório é o precursor da análise de expressão psicopatológica de doentes mentais, internados em instituições psiquiátricas no Brasil. Um ponto relevante no trabalho dele é que Osório utilizava como critério para o trabalho de arte para os psicóticos do Juquerí a espontaneidade.

Por volta de 1946, Nise da Silveira surpreende muitos colegas de profissão com o seu trabalho inovador, no Centro Psiquiátrico Dom Pedro II, em Engenho de Dentro, no Rio de Janeiro, criando a Seção de Terapêutica Ocupacional e em 1952 inaugura o Museu de Imagens do Inconsciente.

O estudo de Nise da Silveira é tão importante para indicar ou encontrar caminhos para o paciente se comunicar de outra forma, pois com o uso de outros suportes ela proporciona a compreensão daquilo que, por vezes, com palavras os pacientes não conseguem expressar.

O processo de Arteterapia pode acontecer individualmente ou em grupo. Pode ser trabalhado com várias metodologias que não precisam ser específicas e sim ofertando aos clientes um fazer artístico e sendo recíproca ao terapeuta, há uma busca transformativa, de autoconhecimento e de autorrealização.

Atualmente, a expressão artística se desenvolve por meio de inúmeras técnicas sobre os mais variados materiais e suportes, como escultura, pintura, desenho, teatro, cinema, artes visuais, artes corporais, vídeo, música etc. Podemos citar possibilidades infinitas de construções para a busca da concretização de um sentido ou para causar algum impacto ao público, o que faz desse processo um movimento sem fim..

É cada vez maior a necessidade das pessoas buscarem se conhecer melhor, ampliar suas possibilidades de experiências, descobrir novos sentidos para suas vidas, enfim, aumentar a percepção, para tentar se livrar dos problemas, de ansiedades, do contato interpessoal e da solidão. Por isso, o uso de uma ferramenta transformadora, como arteterapia, traz elementos terapêuticos como um caminho para essa busca pela arte, com a função de um terapeuta que não interpreta seu feito artístico, mas ajuda o indivíduo nessa busca, de tornar visível ou consciente o que estava oculto.

Com o uso do corpo, sendo com a respiração ou experimentações de movimentos, gestos ou jogos, a meta entrar em um plano de escuta do o aqui e o agora, para conscientizar e ampliar a percepção, desta forma, havendo uma relação muito grande com este uso para a Arteterapia.

A Arteterapia busca ajudar a ampliar a consciência do corpo e da mente, para os sentidos ou possíveis sofrimentos na vida, com o uso da arte propõe uma condição para melhorar o dia a dia, desta forma criando novas experiências, modificando o olhar sobre os problemas, rompendo e superando sentidos cristalizados ou tão somente descobrindo o potencial artístico como instrumento para melhorar a qualidade de vida, é transformador.

Venha se conhecer e se transformar com a arte, com

arteterapia no Atelier Stopp !!!!!!

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